Trabalhadores da educação de Minas reivindicam recomposição salarial de 41,83% e cobram a abertura de negociação com o governo estadual. A demanda foi apresentada nessa terça-feira, 17/mar, durante audiência na Assembleia Legislativa, solicitada pelo sindicato que representa a categoria. Parte dos trabalhadores está em greve há duas semanas e defende que o índice pedido corresponde às perdas acumuladas entre 2019 e 2025. Segundo representantes, o reajuste anunciado pelo governo – de 5,4% para todo o funcionalismo público – é insuficiente. Durante o encontro, representantes da categoria apontaram que a defasagem salarial tem impactado diretamente a permanência de profissionais na carreira. O debate ocorre após o Executivo estadual anunciar reajuste linear de 5,4% para cerca de 673 mil servidores ativos, inativos e pensionistas, com efeitos retroativos a 1º de janeiro de 2026. Apesar da pressão da categoria, representantes do governo não se comprometeram com a abertura de uma agenda de negociação.

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Trabalhadores da educação pressionam Governo Zema e pedem recomposição salarial de 41%
Trabalhadores da educação de Minas reivindicam recomposição salarial de 41,83% e cobram a abertura de negociação com o governo estadual. A demanda foi apresentada nessa terça-feira, 17/mar, durante audiência na

