Dois homens acusados de produzir, estocar e vender cachaça adulterada com etanol combustível em Montes Claros, foram condenados pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Pai e filho foram investigados a partir da apreensão de 10 mil litros de cachaça no depósito de um supermercado em Santa Rosa de Lima, distrito de Montes Claros. O IMA constatou que a bebida recebia adição de álcool etílico hidratado combustível, açúcares e corantes não permitidos. De acordo com as investigações, o pai mantinha a fabricação clandestina e fornecia o produto adulterado, enquanto o filho estocava e comercializava as garrafas em seu estabelecimento. A pena fixada para cada réu foi de quatro anos e oito meses de prisão, em regime semiaberto, além de 11 dias-multa.

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