O caso do lavrador Romero Durães Costa que foi assassinado em junho de 2009 na zona rural de Juramento vai a julgamento nesta quinta-feira, 28/maio. A acusação ficou evidente pelo fato que a própria vítima escreveu como próprio sangue e a lápis na parede, o nome do acusado que é Ricardo Duque de Lima, vizinho de Romero. O acusado nega os fatos. Depois de 17 anos o caso vai a júri popular nesta quinta. Segundo o Ministério Publico, Romero foi morto a pauladas e a facadas e que a motivação do crime foi por motivos banais. A briga de Romero e Ricardo seria pela entrada de gado e a colheita de frutas em uma propriedade vizinha. A Promotoria alega que o crime foi cometido enquanto a vítima estava dormindo. A perícia grafotécnica concluiu que os manuscritos foram escritos pelo próprio Romero apontando o autor do crime. A defesa de Ricardo questiona a robustez das provas e a condução da investigação. Segundo a acusação, o réu foi até a fazenda com a intensão de matar e teria atacado Romero Durães com uma faca e um pedaço de madeira.
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