Operação “Corujão” mira organização familiar que atuava há mais de 20 anos no jogo do bicho no Norte de Minas

A Polícia Civil mirou um grupo familiar investigado por exploração de jogo do bicho e lavagem de dinheiro durante a operação “Corujão”, nessa quinta-feira, 23/abr, em Januária, no Norte de Minas. As medidas foram autorizadas pelo Poder Judiciário da comarca de Januária. A ação resultou no cumprimento de sete ordens de prisão preventiva e de dez mandados de busca e apreensão, bem como no bloqueio de contas bancárias e na indisponibilidade de bens móveis e imóveis. A Polícia Civil apurou que integrantes de uma mesma família, de Januária, atuavam há mais de 20 anos no município, com estrutura organizada e divisão de funções entre chefia, contadores, gerentes e cambistas. Ao longo desse período, a atividade ilícita se expandiu e passou a movimentar cifras milionárias, apontam as investigações. A polícia informou também que para ocultar a origem dos recursos, os investigados teriam criado empresas nos ramos de materiais de construção e distribuição de gás, utilizadas para a prática de lavagem de dinheiro. O delegado responsável pelo caso, Flávio Cavalcanti Rocha, destacou a complexidade da apuração. Ao todo, cerca de 25 policiais civis participaram da operação, com apoio do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro e do Ministério Público de Minas Gerais.

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